Em um mundo cada vez mais conectado, onde a tecnologia facilita nosso dia a dia, um caso recente em Cotia, São Paulo, acendeu um alerta vermelho para famílias de todo o Brasil. O desaparecimento de uma menina de apenas 12 anos Maria Clara após utilizar um serviço de moto por aplicativo sem o conhecimento dos pais expõe uma realidade preocupante: a facilidade com que menores de idade podem acessar serviços potencialmente perigosos sem supervisão adequada.
Este episódio não apenas mobilizou uma comunidade inteira em busca de respostas, mas também levantou questões cruciais sobre responsabilidade parental, empresarial e social quando se trata da segurança digital de crianças e adolescentes. A linha tênue entre conveniência tecnológica e proteção infantil nunca esteve tão evidenciada.
Na semana passada, o que parecia ser apenas mais um dia comum na região metropolitana de São Paulo transformou-se em um pesadelo para uma família de Cotia.
Uma menina de 12 anos, sem avisar seus pais, utilizou um aplicativo de transporte para solicitar uma corrida de moto. O que deveria ser apenas um deslocamento rápido resultou em seu desaparecimento, gerando uma onda de preocupação e desespero.
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